segunda-feira, 26 de maio de 2008

Singular



Na tertúlia imaginativa
De um dia a dia furtivo
Nomenclaturas ocidentais de amor
Não consigo definir este ardor eloquente
É mais penetrante do que a água num deserto
O sentimento na sua acutilância pura e nua
O desejo de o futuro configurar intemporalmente
Em ti me revejo eternamente
Cada dia dentro de si, singular
Como o brilho dos teus olhos, ternurento
Quero no futuro multiplicar nosso amor
E muitas histórias ao deitar imaginar
Pois dele todos irão recordar.

MIR SBBM